Petra é a única Maravilha do Mundo para conhecer sem multidões; veja 40 fotos

Se você quer conhecer Petra longe das multidões que costumam lotar as Sete Maravilhas do Mundo, está na hora de comprar a passagem e fazer as malas. O turismo em Petra registrou um ‘boom’ em 2007, ano em que a cidade perdida dos Nabateus foi surpreendentemente eleita uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno. Uma façanha para um sítio arqueológico localizado em meio ao deserto da Jordânia, um país minúsculo do Oriente Médio encravado entre vizinhos não muito amistosos. No Brasil, muita gente sequer havia visto fotos de Petra na vida. Situação que começou a mudar com a lista das Maravilhas e se consolidou em 2009, quando o lugar virou cenário de novela da Globo. Em 2010, o maior tesouro turístico da Jordânia registrou o recorde de 975 mil visitantes em um único ano. Tudo parecia um mar de rosas para a ‘cidade rosa’, mas os números mudaram bastante nos últimos cinco anos…

O agravamento dos conflitos na Síria e no Iraque, vizinhos do pacífico reino da Jordânia, afugentou a maioria dos turistas ocidentais desta região historicamente convulsionada do mundo. Nos primeiros oito meses de 2015, segundo dados divulgados pela agência de notícias ANSA, Petra recebeu apenas 280 mil visitantes, quase um quarto dos turistas que lotaram o sítio arqueológico seis anos atrás. Segundo o jornal britânico Telegraph, ao menos 10 hotéis dos 38 hotéis da cidade de Wadi Musa, onde Petra está localizada e cuja renda depende do turismo, fecharam as portas.

Todo o quadro parece muito desanimador, mas, se você está pensando em viajar para a ‘cidade rosa’, esse pode ser o melhor momento! É uma oportunidade única de visitar uma das Sete Maravilhas do Mundo sem multidões por perto. Dependendo do horário, até mesmo sem ninguém ao redor para atrapalhar suas fotos de Petra. Além disso, os preços de hotéis e pacotes turísticos estão mais baixos, o que é um grande alívio para o bolso em um país caro para o viajante como a Jordânia. E não há muito o que temer em relação à segurança: o governo só considera como risco ao visitante as áreas fronteiriças com a Síria. Vários outros ‘hot spots’ do turismo mundial enfrentam problemas com vizinhos e alertam contra viagens a regiões de fronteira, como a Tailândia e a Turquia.

Ter a incrível ‘cidade rosa’ quase só para você, poder caminhar com calma, sem filas ou empurra-empurra, sem levar bordoadas de ‘selfie stick’ e sem ônibus lotados de orientais chegando a cada 15 minutos é uma lembrança que não tem preço. Mas, se você ainda tem dúvidas sobre uma viagem até lá valer a pena, veja 40 fotos de Petra e descubra que é impossível resistir à única Maravilha do Mundo que se pode conhecer sem multidões:

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Viajantes elegem Machu Picchu a melhor atração turística do mundo; veja fotos

Machu Picchu, no Peru, dispensa grandes apresentações como atração turística. Desde que foram eleitas uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno, fotos de Machu Picchu circularam aos milhões na internet e tornaram as ruínas da cidade inca objeto de desejo de 11 entre 10 viajantes do planeta. Para completar a boa fase, o sítio arqueológico foi eleito neste mês de maio como a melhor atração turística do mundo segundo os milhões de usuários do site de viagens TripAdvisor. Uma ótima notícia para nós, brasileiros, que moramos aqui do ladinho. E, se tudo der certo e o aeroporto internacional de Cusco começar a operar em 2017, é muito provável que tenhamos voos diretos do Brasil para a região de Machu Picchu a partir do ano que vem.

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O site TripAdvisor, considerado um dos maiores do setor de viagens no planeta, divulgou no dia 17 de maio o ranking 2016 de melhores atrações trísticas do mundo. O prêmio ‘Traveler’s Choice’ é concedido aos 25 melhores lugares para visitar nos cinco continentes, segundo avaliações feitas ao longo do ano pelos milhares de viajantes que utilizam a página para planejar suas férias. Os vencedores são determinados por um algoritmo que leva em conta a quantidade e a qualidade das avaliações de cada atração em um período de 12 meses. E a grande vencedora de 2016 foi a cidade inca de Machu Picchu, que subiu da segunda posição no ano passado para assumir a liderança do ranking.

O sítio arqueológico peruano deixou para trás a atração vencedora da edição 2015, os templos de Angkor Wat (Camboja), além de outras veteranas no turismo mundial, como o Taj Mahal (5º lugar), a Torre Eiffel (14º lugar) e o Big Ben (19º lugar). Machu Picchu é uma das cinco atrações do continente americano que figuram na lista, liderada, logicamente, por pontos turísticos europeus. São nossos ‘vizinhos’ o Lincoln Memorial (EUA, 9º lugar), a ponte Golden Gate (EUA, 11º lugar), o Cristo Redentor (Brasil, 18º lugar) e a cidade maia de Chichén Itzá (México, 20º lugar). No ranking brasileiro, os viajantes elegeram, além do Cristo, a Usina Hidrelétrica de Itaipu (Foz do Iguaçu) e a Catedral Metropolitana de Brasília como as melhores atrações do país.

A mais tradicional das fotos de Machu Picchu é a vista que se tem da Casa da Guarda, até onde se sobe pelo caminho à esquerda da entrada principal. Sentar lá no fim da tarde, quando a maioria dos turistas já foi embora, e contemplar as ruínas enquanto as últimas luzes colorem a montanha Huayna Picchu é uma experiência única. Nós já tivemos duas vezes, e planejamos uma terceira. Ao vencedor, os louros: veja 50 fotos de Machu Picchu, a incrível cidade inca que foi eleita a melhor atração turística do mundo!

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Saiba o que fazer no Atacama: deserto, salar, vales, lagoas e pedras vermelhas

O Atacama, localizado no extremo norte do Chile, é o deserto mais árido e alto do mundo, a 2.400 metros do nível do mar. Dois fatores que, por si só, já o tornariam uma atração turística. Mas o Atacama não é um deserto como os que costumamos ver nos filmes e fotos, com dunas amarelas a perder de vista, oásis, beduínos e camelos. A região que o circunda é uma mina de ouro de pontos turísticos, que formam um dos conjuntos de paisagens mais surreais do mundo. Entre eles, vales que lembram a Lua e o Inferno, uma lagoa mais salgada que o Mar Morto, pedras vermelhas, bandos de vicunhas e um pôr do sol matador. Ou seja, há muito o que fazer no Atacama!

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A cidade-base para conhecer o deserto é San Pedro do Atacama, um pequeno vilarejo de casas baixas de barro e uma única rua principal de onde partem diariamente vários tours pela região. O ‘pacote’ padrão inclui os passeios para os vales da Lua e da Morte, gêiseres Del Tatio, Laguna Cejar e Lagunas Altiplânicas + Salar do Atacama. Quem compra os quatro na mesma agência costuma ganhar um bom desconto. Mas há outros, menos populares, como o Vale do Arco-Íris, o Salar de Tara, o observatório astronômico (o Atacama é considerado um dos melhores lugares do mundo para observar estrelas), escalada ao vulcão Licancabur e as Piedras Rojas. Este último com certeza é o lugar mais bonito em toda a região e, o melhor de tudo, é que está quase sempre vazio!

Se você quiser cumprir o roteiro completo de tudo o que fazer no Atacama, precisa reservar pelo menos cinco dias na cidade e rezar por uma noite de céu limpo, pois quando está nublado os tours astronômicos são cancelados. Cada um dos passeios custa entre 8.000 e 35.000 pesos chilenos (US$ 11,5 e US$ 50), fora as taxas de entrada. A alternativa aos tours é alugar um veículo 4X4 e rezar para o GPS não deixar você na mão no meio do deserto, mas o custo também é alto. Aliás, nada é barato por lá, mas há tanto o que fazer no Atacama que esta viagem vale cada centavo que você conseguir economizar.

Conheça a seguir as principais atrações do deserto e saiba o que fazer no Atacama:

O que fazer no Atacama – Vales da Lua e da Morte

Os vales da Lua e da Morte são as atrações mais famosas do Atacama e as mais próximas da cidade de San Pedro. Quem tiver preparo físico e disposição para encarar a baixíssima umidade do ar, pode fazer o trajeto até eles de bicicleta. O Vale da Lua é o maior e é preciso pagar uma entrada de 3.500 pesos chilenos (US$ 5). Os tours partem de San Pedro às 16h e param em diversas atrações: a formação rochosa conhecida como ‘Três Marias’, as cavernas, uma caminhada pela paisagem lunar passando pelo Anfiteatro – outra formação – e a subida da Duna Mayor (na foto). Nas noites de lua cheia, há passeios noturnos também.

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

Depois da escalada à Duna Mayor, todos voltam aos ônibus para uma curta viagem ao Vale da Morte, que fica logo ao lado. O lugar ficou assim conhecido devido ao massacre de uma revolta local contra os colonizadores espanhóis. Este vale não é tão grande nem tão impressionante como o vizinho da Lua, e a parada por ali não costuma durar mais do que 15 minutos para algumas fotos. Nenhum ingresso é cobrado. Feito isso, todos voltam ao ônibus e seguem para uma segunda entrada do Vale da Lua, onde é feita novamente a verificação do ingresso (pago no momento da chegada).

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

Neste setor do Vale da Lua fica a famosa ‘Pedra do Coiote’, uma rocha pontiaguda que se projeta sobre o penhasco e o vale lá embaixo. Para tirar uma foto sobre ela, com o sol descendo ao fundo, a fila e a espera podem ser longas e decepcionantes. Isso porque as pessoas ficam contra a luz e acabam não passando de um borrão escuro na imagem. Se você tirar a foto pelo outro lado, com o sol favorável, ficará muito melhor. Depois, é só relaxar e assistir ao incrível pôr do sol no deserto. Não deixe de dar uma espiada para o lado oposto, onde ficam a Cordilheira dos Andes e, em destaque, o vulcão Licancabur. Eles costumam ser pintados de tons inacreditáveis de vermelho e rosa enquanto o sol cai no horizonte.

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

O que fazer no Atacama – Laguna Cejar

O tour até a Laguna Cejar é outro dos mais populares do Atacama. Isso porque ninguém quer perder a oportunidade de boiar em suas águas, cuja concentração de sal é superior à do Mar Morto. Como viajar até Israel e a Jordânia não é tão fácil quanto ao Chile, a lagoa costuma ficar lotadinha de turistas em busca da inusitada experiência de não conseguir afundar. Os passeios até a laguna saem de San Pedro às 16h para percorrer os 30 quilômetros que separam os dois lugares. Para entrar na laguna, é preciso pagar uma entrada de 17.000 pesos chilenos (US$ 24,5). O ticket dá direito ao banho salgado na lagoa e ao banho gelado de água doce nos chuveiros ao ar livre. Há também toiletes e cabines para trocar de roupa à disposição.

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

A laguna é dividida em dois braços, sendo o primeiro bastante raso e o segundo, mais profundo (não é possível ver o chão). Se quiser tirar fotos sem uma multidão nadando ao seu redor, espere cerca de 20 minutos para entrar na laguna. Como a água é gelada, as pessoas não aguentam muito tempo dentro. Entre ‘de ré’ e faça um movimento como se fosse sentar na água. Assim, você não corre o risco de molhar os olhos, o que pode ser muito dolorido devido à alta concentração de sal na água. Depois que fizer suas fotos com a lagoa vazia, corra para o chuveiro de água doce ou você não suportará sua própria pele quando o sal secar. Sem falar que suas roupas serão destruídas. O passeio à Laguna Cejar inclui ainda um rápido mergulho em outros dois lagos, conhecidos como ‘Ojos de Salar’, e assistir ao pôr do sol com um drinque de pisco sour às margens da Laguna Tebinquiche.

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

O que fazer no Atacama – Salar do Atacama

O passeio ao Salar do Atacama costuma ser vendido em conjunto com o das Lagunas Altiplânicas, pois ambos estão distantes da cidade. O lugar tem uma área de 3.000 quilômetros quadrados, sendo um dos maiores salares do mundo, e fica a 55 quilômetros de San Pedro do Atacama, na Reserva Nacional dos Flamingos. A entrada custa 2.000 pesos chilenos (US$ 3). O centro de visitantes fica na camada de sal propriamente dita, logo ao lado da famosa Laguna Chaxa, um paraíso para os admiradores de flamingos e outras espécies de aves que dão o ar da graça em um dos ambientes mais secos do planeta. Há banheiros, mas nada pra vender, então garanta seu estoque de água antes de ir para lá.

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

Partindo do centro de visitantes do Salar do Atacama, existe um caminho principal e várias trilhas secundárias que contemplam a lagoa lotada de flamingos. Para fotografá-los em sua melhor forma, é bom ter uma câmera com zoom ou lente 75mm-300mm, pois eles não costumam ficar muito próximos das pessoas, principalmente quando há uma grande concentração de turistas. A visão destas aves elegantes, vestidas de tons de rosa que variam do suave ao choque, refletidas nas águas das lagoas é magnífica. As montanhas ao fundo são a moldura perfeita para o cenário. Em dias de muito sol, algo nada raro no deserto, leve protetor solar para repassar a cada duas horas. Não esqueça de pôr embaixo do pescoço, pois o sal reflete a luz e queima de baixo para cima.

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

O que fazer no Atacama – Piedras Rojas

O passeio até as Piedras Rojas estranhamente é um dos menos populares do Atacama e é preciso garimpar quais as agências que sairão para lá nos dias em que você estiver viajando. O tour pode ser combinado com as Lagunas Altiplânicas, que ficam logo ao lado, e com o Salar de Tara, localizado já no caminho de volta para San Pedro. Quem opta por este tour completo parte da cidade às 6h30 para encarar os 110 quilômetros de distância, em direção à fronteira com a Argentina, com uma parada para o café da manhã. As Piedras Rojas, ou pedras vermelhas, com certeza são a paisagem mais bonita e surreal entre tudo o que fazer no Atacama.

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

A cor deriva da grande concentração de ferro oxidado no local, que não é um parque nem nada parecido com uma propriedade, mas apenas um amontado de rochas a 4.000 metros de altitude. Complementam o cenário uma lagoa e as montanhas ao fundo. E você ainda vê tudo em dobro, refletido na superfície praticamente imóvel da água. Um lugar ideal para tirar aquelas divertidas fotos em perspectiva, em que uma pessoa ‘segura’ as outras na mão, como no Salar do Uyuni. Quem viajar nos meses mais frios pode ainda ver o lago congelado.

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

O que fazer no Atacama – Lagunas Altiplânicas

As Lagunas Altiplânicas compõem um dos quatro tours tradicionais do deserto do Atacama, embora estejam localizadas a 110 quilômetros de San Pedro, já quase na fonteira com a Argentina. O passeio normalmente é seguido por uma visita ao Salar do Atacama, reduto de flamingos, e pode ainda ser combinado com uma ida às Piedras Rojas, que ficam logo ao lado. Quem opta por esse tour completo tem que deixar a cidade às 6h30, tomar café da manhã na estrada e estar preparado para a mudança de altitude. Se o Atacama já faz algumas pessoas passarem mal com seus 2.400 metros, imagine as lagunas, que estão a cerca de 4.200. Os sintomas costumam ser dor de cabeça e dificuldade para respirar, podendo evoluir para náuseas e vômitos. O frio lá em cima também pode ser de lascar, então leve roupas quentes, de preferência um casaco corta-vento.

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

No caminho até as lagunas a paisagem muda completamente, e o deserto vermelho dá lugar a montanhas cobertas de vegetação rasteira de um tom amarelo queimado. É nelas que é possível avistar animais como lobos e, principalmente, bandos de vicunhas, a prima não domesticada da lhama. Chegando às lagunas, que pertencem à Reserva Nacional dos Flamingos, é preciso pagar uma entrada de 3.000 pesos chilenos (US$ 4,5). Elas se chamam Miscanti e Miñiques, sendo a primeira a maior e mais bonita. Você pode caminhar pelas trilhas que levam de uma até a outra, mas não consegue chegar muito perto delas. Assim, o melhor ponto para as fotos acaba sendo de cima mesmo: do local onde ficam os toiletes para a primeira lagoa, e do mirante onde param os carros para a segunda.

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

Saiba onde se hospedar na Índia com ótimos preços, higiene e segurança

A Índia é um país onde higiene e segurança são quesitos mais importantes na hora de escolher um hotel do que garimpar o preço mais baixo ou almejar muito conforto. É claro que existem hotéis cinco estrelas no país, de todas as redes internacionais famosas – como Radisson ou Holiday Inn -, mas não é o tipo de hospedagem que cabe no bolso da maioria dos viajantes. Se você quer fazer uma viagem econômica, mas sem sobressaltos, prepare-se para hotéis simples, com mobiliário antigo, restaurantes sem grande variedade e onde o atendimento nem sempre é de primeira. Mas é possível encontrar lugares onde se hospedar na Índia limpos, seguros, honestos, bem localizados e bem avaliados sem gastar muito.

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Ao procurar sua hospedagem, busque por referências de amigos que já tenham estado lá ou de blogueiros de viagem. Se não tiver ou se elas não te agradarem, parta para os sites de reserva, como ‘Booking’ e ‘Hostelworld’, ou de avaliações de viajantes, como ‘TripAdvisor’ e ‘Lonely Planet’. Os comentários dos hóspedes são sua principal fonte para escolher onde se hospedar na Índia sem cair numa roubada. Leia sempre os mais recentes e verifique se existem reclamações quanto à segurança ou limpeza do lugar, inclusive se alguém ficou doente por lá. Isso porque o melhor lugar para o turista fazer suas refeições na Índia é o restaurante do hotel. Não é bom arriscar comer nada na rua por causa das condições de higiene.

Asseguradas a segurança e a limpeza, procure a melhor localização para se hospedar. É um fator que pode ser importante em lugares muito grandes, como Nova Déli, ou em Agra e Varanasi. Na primeira, porque é bom você se hospedar próximo do Taj Mahal, para poder ir a pé visitá-lo assim que amanhecer. Na segunda, para ficar à beira do rio Ganges, de preferência nos ‘ghats’ centrais (áreas de acesso ao rio onde os indianos se concentram para suas atividades rituais, e também cheias de hotéis, é claro).

Por fim, evite hostels ou qualquer tipo de habitação compartilhada na Índia, especialmente se for mulher viajando sozinha. Os albergues ainda são uma modalidade de hospedagem em desenvolvimento no país e são considerados perigosos. Só arrisque se tiver referência externa ou se a avaliação nos sites for muito boa.

Onde se hospedar na Índia – Nova Déli por US$ 14

O hotel Smyle Inn está localizado em Paharganj, mais exatamente em uma ruela que sai da Main Bazar Road, região de vias abarrotadas de vendedores, tuk tuks caçando turistas a pé e muitos hotéis de médio e baixo custo. Apesar de parecer ruim, o lugar é excelente, pois a movimentação constante torna a região segura para circular até as 22h. Além disso, você está a apenas cinco minutos de caminhada da estação Nova Déli de metrô e trem, além de a 15 minutos do Connaught Place. Assim é chamado o círculo que marca o centro da cidade, onde há um parque e, em volta, inúmeras lojas e restaurantes. Um bom lugar para encontrar opções de refeição com padrão ocidental, além das principais redes de fast food.

O café da manhã é servido em um pequeno terraço e mistura sempre um elemento da famosa comida indiana com alimentos ocidentais, como fruta e cereal. Tudo simples, mas saboroso e limpo. O Smyle Inn oferece ainda balcão de turismo, no qual você pode trocar dinheiro, alugar um carro com motorista para conhecer Nova Déli (ou pegar dicar para fazer isso por conta própria, se preferir), além de reservar trens, passagens aéreas e hotéis em outras cidades. A conexão de internet wi-fi é gratuita no prédio todo e pega bem no quarto.

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Desempacotados

O quarto mais econômico do Smyle Inn custa US$ 14 a noite para duas pessoas, com café da manhã incluso. Como em todos os hotéis da Índia, os impostos não estão inclusos no preço (a porcentagem varia de cidade para cidade). O quarto é pequeno, mas oferece tudo o que é necessário: televisão, ar condicionado, ventilador, uma tomada universal (alegria suprema dos viajantes) e banheiro privativo com chuveiro quente. Apesar do cheiro ruim que subia do ralo, tudo estava muito limpo. O hotel funciona desde 1986, então nada é exatamente novo, mas o atendimento dos funcionários é exemplar e eles não pedem gorjeta. Desde o momento da reserva, entraram em contato para fornecer dicas de segurança para a chegada em Déli e oferecer serviço de transfer desde o aeroporto por um preço razoável.

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Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Desempacotados

Onde se hospedar na Índia – Agra por US$ 15

O hotel Ray of Maya está localizado a apenas 500 metros, ou dez minutos de caminhada, do Taj Mahal, o que significa que você pode ir visitá-lo sem precisar chamar um dos chatíssimos tuk tuks. O hotel oferece transfer gratuito desde qualquer uma das três estações de trem de Agra, e você pode contratar o motorista deles para fazer os passeios pela cidade também. Se o Taj Mahal está logo ao lado, existem outras atrações mais distantes que exigem o transporte em um tuk tuk, como o Agra Fort e o Itmad-ud-Daula, ou ‘Baby Taj’. Além disso, o Ray of Maya oferece um excelente restaurante do outro lado da rua. Os preços são padrão turístico, mas a variedade é grande e há bebidas alcoólicas (algo inexistente em estabelecimentos mais simples).

O quarto mais econômico do Ray of Maya custa US$ 15 a noite para duas pessoas, sem café da manhã. Como em todos os hotéis da Índia, os impostos não estão inclusos no preço (a porcentagem varia de cidade para cidade). A habitação é muito confortável e limpa, apesar da decoração estilo motel dos anos 80. Há televisão, ar condicionado e banheiro privativo com um super chuveiro. A conexão de internet wi-fi é gratuita no prédio todo e pega bem no quarto.

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Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Desempacotados

Onde se hospedar na Índia – Varanasi por US$ 19

Saber onde se hospedar na Índia ganha importância extra em Varanasi, a cidade sagrada dos indianos, onde os ‘ghats’ se estendem ao longo do Ganges. Ghats são áreas de acesso ao rio onde os indianos se concentram para suas atividades rituais, e também cheias de hotéis, é claro. Existem ghats localizados ao sul e ao norte, mas é nos centrais que ocorrem as principais cerimônias religiosas ligadas ao Ganges. O Rajendra Prasad é o maior e mais agitado deles, sendo também onde está localizado o hotel Shri Guest House. Embora tenha um aspecto meio obscuro e apertado na primeira olhada, o lugar é limpo, razoavelmente confortável e tem vista para o rio (apesar de as janelas serem gradeadas, o que atrapalha um pouco). O atendimento também não é dos mais gentis, mas atende às necessidades.

O quarto mais econômico do Shri Guest House custa US$ 19 a noite para duas pessoas, com café da manhã incluso. Como em todos os hotéis da Índia, os impostos não estão inclusos no preço (a porcentagem varia de cidade para cidade). A habitação é ampla, iluminada e limpa, como uma cama grande e confortável. O banheiro pode ser privativo ou compartilhado, dependendo do seu tipo de reserva. Recomenda-se o privativo, pois o compartilhado não tem box que impeça a água do banho de jorrar para todos os lados, nem janela para circulação do ar. A conexão de internet wi-fi é gratuita no prédio todo.

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Desempacotados

O Shri Guest House tem dois pontos diferenciais e muito positivos. O primeiro é o restaurante no terraço, onde você pode escolher entre várias opções de café da manhã. Para as outras refeições do dia (pagas à parte), o menu tem boa variedade, preços padrão turístico e há bebidas alcoólicas (algo inexistente em estabelecimentos mais simples). O outro diferencial é o oferecimento de ‘walking tours’ com um guia local. Ele pode levar você para andar de barco ao amanhecer pelo Ganges, fazer o tour padrão – que percorre as fogueiras mortuárias e termina com a cerimônia ao entardecer na beira do rio -, ou ainda visitar os ghats do sul. A negociação de preço é feita diretamente com o guia, assim como o horário.

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Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Desempacotados

Onde se hospedar na Índia – Jaipur por US$ 18

Saber onde se hospedar na Índia ganha importância extra em uma cidade grande, barulhenta e poluída como Jaipur. O hotel Tara Niwas se localiza em uma rua calma e silenciosa, mesmo estando a apenas cinco minutos de carro da estação de trem. Aliás, toda a propriedade tem uma atmosfera muito tranquila, com terraços e um pequeno jardim. Embora o atendimento na recepção não seja dos mais cordiais, é eficiente e oferece serviço de aluguel de carros com motorista, câmbio de dinheiro e contratação de tours. O restaurante do hotel tem preços padrão turístico e comida saborosa, mas oferece apenas cardápio vegetariano, uma especialidade indiana. Quem não gosta de legumes pode se virar bem com as massas e omeletes.

O quarto mais econômico do Tara Niwas custa US$ 18 a noite para duas pessoas, sem café da manhã. Como em todos os hotéis da Índia, os impostos não estão inclusos no preço (a porcentagem varia de cidade para cidade). As habitações são amplas, muito limpas, com televisão e banheiro privativo. A mobília e o ar condicionado são um tanto antigos, mas atendem completamente às necessidades.  A conexão de internet wi-fi é gratuita no prédio todo e pega bem no quarto.

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Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

Onde se hospedar na Índia – Udaipur por US$ 11

A última opção de onde se hospedar na Índia fica em Udaipur. Também conhecida como ‘Cidade Branca’, é a localidade turística mais tranquila do país, famosa por seus hotéis e restaurantes com vista para o lago Pichola. Um deles é o hotel Krishna Niwas, localizado muito próximo do lago, do palácio municipal e demais atrações. Os proprietários são uma família de artistas, que decorou todo o estabelecimento pessoalmente. O atendimento é muito cortês e eficiente. O hotel ainda oferece aos hóspedes aulas de culinária indiana e um terraço para saborear o café da manhã (pago à parte).

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Desempacotados

O quarto mais econômico do Krishna Niwas custa US$ 11 a noite para duas pessoas, sem café da manhã. Como em todos os hotéis da Índia, os impostos não estão inclusos no preço (a porcentagem varia de cidade para cidade). As habitações são pequenas, mas agradáveis, muito limpas, com televisão, banheiro privativo e ar condicionado. Algumas têm vista para o lago Pichola, A conexão de internet wi-fi é gratuita no prédio todo, não pega muito bem nos quartos, especialmente dos andares mais altos. Para ter 100% de velocidade, é melhor sentar na recepção.

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Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Desempacotados

Conheça o mundo por baixo d’água: veja 7 lugares para fazer snorkel

Cerca de 71% da superfície da Terra é coberta por água em estado líquido. Estamos falando de oceanos, mares, rios, lagos e lençóis freáticos (subterrâneos). Ou seja, se você é um viajante que realmente deseja conhecer o mundo TODO, vai ter que se molhar. Caso contrário, só poderá visitar os 29% restantes do planeta. É claro que a melhor maneira de fazer turismo embaixo d’água é mergulhando de cilindro. Assim, é possível ficar muito mais tempo submerso e descer mais fundo, até onde habitam animais que dificilmente se vê na superfície. Mas, além de ter um custo elevado e de, em vários lugares, ser exigido o certificado de mergulhador, o cilindro não é para todos. Muitos sentem pânico ao se verem no fundo do mar, não se adaptam ao respirador bucal ou não conseguem suportar a pressão que a água faz nos ouvidos. Para quem não pode mergulhar ou quer viajar com economia, existe um modo mais simples de conhecer o mundo por baixo d’água: procurar lugares para fazer snorkel.

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Snorkel é o nome que se dá ao tubo usado pelo banhista para respirar mesmo mantendo o rosto dentro da água. Normalmente, ele está acoplado a uma máscara que protege os olhos e permite uma boa visibilidade dentro da água. O snorkel é recomendado para águas rasas ou muito limpas, onde seja possível ver o fundo sem grandes dificuldades. Ele pode ser feito apenas boiando na superfície – com a ajuda ou não de um colete salva-vidas ou uma boia -, ou com mergulhos esporádicos impulsionados por pés de pato. Comprar ou alugar um equipamento de snorkel costuma sem bem econômico se comparado ao mergulho, e é uma prática quase universal: todo mundo pode fazer, sem necessidade de nenhum curso (é claro que o colete é indispensável para quem não sabe nadar).

Existem inúmeros lugares propícios para o snorkel pelo mundo, nos cinco continentes. O mais famoso é a Grande Barreira de Corais, localizada no nordeste da Austrália. Embora esteja em vias de desaparecer por conta dos estragos causados pela poluição, ela ainda é um paraíso de peixes coloridos de todos os tamanhos, tartarugas e tubarões ao alcance da visão de quem faz snorkel. Os melhores pontos de visitação da Barreira de Corais estão localizados nos arredores da cidade de Cairns, de onde partem barcos para passeios de 1 a 5 dias em que os turistas apenas dormem, comem e mergulham (de cilindro ou de máscara). São tours caros, mas que valem muito a pena, pois a diversidade que se vê na Grande Barreira é grande mesmo para quem não pode ir mais fundo no mar.

Aliás, a Oceania abriga diversos pontos de snorkel privilegiados no mundo. Entre eles, as ilhas da Polinésia Francesa, mundialmente famosas pelo colorido de suas águas e por seus resort cinco estrelas construídos em cima delas. Fazer snorkel por lá é tão simples que você nem precisa pegar um barco, basta sair do quarto e pular no mar translúcido para se ver em meio a cardumes de todas as cores e arraias simpáticas. O conjunto de cinco arquipélagos abriga mais de 1.000 espécies de peixes presentes mesmo nas ilhas mais turísticas, como Moorea e Bora Bora. Em ambas você pode também contratar tours para fazer snorkel com tubarões galha-preta (só comem peixes) ou mesmo tubarões-limão, que chegam a três metros de comprimento. Mas é em Bora Bora que está localizado o Jardin du Corail, um verdadeiro jardim de corais, como o próprio nome diz. Lugar inesquecível para passar algumas horas fazendo snorkel.

Não muito longe da Polinésia fica Fiji, outro conjunto de arquipélagos privilegiado para quem gosta de espiar as profundezas do mar com sua máscara e tubo. Os melhores pontos de mergulho ficam nas ilhas Yasawa, onde praticamente todos os hotéis podem oferecer snorkel aos hóspedes, seja em sua própria praia, seja a poucos minutos de barco. Uma ilha que se destaca neste quesito é a Barefoot, que conta com um belo recife de corais bem ao lado da sua Sunrise Beach, além de inúmeros lugares para fazer snorkel e mergulho ao longo da sua costa. Passeios podem ser marcados todos os dias na pequena agência de mergulho do hotel.

Mas não é preciso ir até o outro lado do planeta para encontrar lugares para fazer snorkel. Há vários pontos famosos aqui mesmo na América, notadamente no Caribe. Quem quiser ter a experiência de nadar sobre um navio naufragado, pode fazer isso na ilha de Aruba, onde o SS Antilla virou point de mergulhadores do mundo todo. Se o seu estilo é mais ‘relax’ e prefere ter os peixinhos ao alcance dos olhos nas águas rasas da praia, a ilha de Cuaraçao é o seu lugar, com destaque para as praias de Porto Mari e Cas Abao. Nadar com as tartarugas é uma experiência inesquecível e gratuita na praia de Akumal, na Riviera Maia mexicana. Muito perto, fica um dos lugares para fazer snorkel mais famosos do continente: a Ilha de Cozumel. E se você quiser ver a água coalhada de estrelas do mar, a Praia Estrella, localizada no famoso arquipélago de Bocas del Toro, é um bom motivo para fazer uma viagem até o Panamá.

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